O clipping, resumidamente, é o recorte de uma notícia, informação ou comentário, de interesse de uma pessoa física ou jurídica determinada, para seu conhecimento ou arquivo.

Por muito tempo o clipping, como o conhecemos no meio jornalístico, teve característica estanque, de material coletado e classificado sem compromisso com dead lines. Enfim, chegava ao cliente com cheiro de mofo e pronto para ser guardado em prateleira.

Hoje são poucas as empresas especializadas que se definem como “clipadoras”. O setor agora se apresenta dentro de um conceito mais amplo: “gestão da informação”. Mas redefinir o posicionamento da atividade de produção de clipping não passa apenas pela mudança de nomenclatura. Os empreendedores se organizaram e estabeleceram modelos baseados em repasses imediatos. Os “recortes” modernos têm abrangência praticamente ilimitada e estão conectados ao jeitão web de pesquisar, buscar, filtrar e acessar conteúdos específicos.

Neste cenário, a informação – mesmo aquela que já saiu em jornais, rádios, TVs ou sites – é atualizada através de análises quantitativas e qualitativas. O serviço oferece a possibilidade de se ter uma visão clara não só do volume, mas da representatividade junto à opinião pública. E quando torna-se referência para dados em constante atualização a informação original assume nova função histórica.

Instantaneidade, agilidade, confiabilidade e distribuição on line são as marcas do clipping do século XXI. O controle rápido e eficaz dos assuntos que interessam é vital para a tomada de decisões e definição de estratégias de comunicação e marketing.
Amigo Geraldo:
Seu site é a extensão de seu crescimento profissional. E eu sou testemunha disso. Lembro-me, como se fosse ontem, de nós dois lutando para colocar no ar as enchentes que abalaram Joinville em 1995. A luta para mostrarmos com credibilidade e profissionalismo o que de fato aconteceu. Lembro-me, como editor-chefe, de encaminhar você e o cinegrafista Chico Schmiler para a cobertura da enchente. Vocês dois, simplesmente, deram um show. A ponte que desabou, com as águas que não cessavam, foi imagem de abertura do Jornal Nacional. Ao fundo, eu só ouvia sua voz dizendo: "Chico, saia daí. Você vai cair nessa ponte." Felizmente, a matéria de vocês foi reconhecida! Foi abertura do JN. Amigo Geraldo: tenho por você um reconhecimento como um dos melhores profissionais que já conheci. Sua coragem e seu brilhantismo nunca deixaram-me dúvida de que o repórter a ser enviado era "você"! Parabéns pela sua empresa, pela esposa e pelo filhão Valentino. Seu amigo de longas datas!

Alex Paiva
Jornalista e Empresário